quinta-feira, 22 de maio de 2008

Há certas coisas que o dinheiro não compra. Nem o cartão de crédito, nem o cheque...

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Engraçada essa nossa capacidade de se encantar pelas coisas ? Falo mais por nós, garotas, que nos encantamos tanto pelo sorriso daquele menino especial quanto por aquela liinda blusa daquela cobiçada vitrine. Na verdade, os dois encantamentos podem ser bem parecidos, até análogos. Você pode se apaixonar pelo garoto sem nunca ter chegado perto dele. Isso eu chamo de "platonismo amoroso"(ou simplesmente amor platônico. eu quis ser chique, hahah). E você pode se apaixonar pela blusa por estilo ou pela etiqueta, pela adequação à sociedade. Isso eu chamo de consumismo, um dos grandes males da nossa geração.
Porém, quem é totalmente imune a essa praga, que atire a primeira pedra. Chegar no shopping (o maior exemplo de capitalismo do mundo) e não ter vontade de comprar nadiinha é praticamente impossível ! Nenhum pecado admitir isso, já que o shopping é um lugar feito especificamente para comprar (dãa). O pecado está na compra inconsciente, inconsequente e inútil. Naquele sapato que todo mundo quer ter só pra não destoar do grupo, naquela bolsa que custou o olho da cara, mas que parece horrenda pra dona, naquelas 25 camisas que estavam em liquidação, mas que no guarda-roupa não fazem o menor sentido.
Tá, é difícil resistir às opções lindas das lojas, é muito prazeroso sair cheia de sacolas, é gostoso andar na moda. Tudo isso é verdade. Mas há de se pensar: o prazer vem da roupa, da auto- estima alta que ela gera em você, ou do barulhinho da máquina registradora da loja, do status que o dinheiro e consumo representam pra você? Na 1ª opção, ter a consciência que a roupa, ou qualquer outro valor externo não te fazem melhor por dentro, e o interior que, apesar do clichê, é o que realmente importa, já é o bastante. Na 2ª opção, penso que alguma coisa está errada e deve mudar. Dinheiro é algo necessário para viver. Mas não é sinônimo de felicidade. Não sou hipócrita ao ponto de dizer que dinheiro não é bom; claro que é. Mas se o prazer da vida da pessoa está sempre em torno dele, significa que há uma cabecinha muito pequenina aí.
Primeiro porque com dinheiro pode se fazer bem a tanta gente! O mesmo dinheiro torrado em banalidades totalmente superficiais pode ajudar quem não tem essa quantia nem em sonhos, e pode ser tão bom pra alma quanto. E outra, a felicidade mais pura e gostosa se encontra nas coisas simples. Coisas que dinheiro nunca poderá comprar.
Então, da próxima vez que sentir sua cabeça pirando por algum bem material, tire seus pensamentos consumistas da carteira e jogue-os no mundo. Você verá que nada vale mais que sentimentos bons, energias positivas, realizações de sonhos. Vai comparar esses valores com o preço do que você queria, e verá que na verdade, não vale muita coisa. E vai se sentir mais feliz, só por possuir os bens mais preciosos que existem no mundo: o amor, a alegria, a vida. ;]



ah, quase esqueci! há um clipe que eu gosto muito, e que me deu vontade de pôr aqui:
depois vocês me contam, se não é realmente encantador !


beeijos
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8 comentários:

Nataliinha disse...

Dinheiro não traz a tal da felicidade, mas comprar é muuuuuuito bom ! =)

Pois é, eu to virando esse tipo de consumista .
Apesar de não comprar smp q vou ao shoopiing !

Bjs =)

Nadezhda disse...

Eu pensei nisso hoje: "Existem coisas que o meu dinehiro não compra", quando estava pensando em comprar um tênis que eu nem preciso.

Mas como eu nunca tenhoi muito dinheiro pra gastar assim, aprendi a não consumir muito.

E ainda bem que as coisas boas não precisamos comprar, ou já estariam todas banalizadas uma hora dessa ;)

/Flaah disse...

é, nao tem nada melhor do que a felicidade. E ajudar o mundo me faz muito bem ! comprar também, é claro. mas o dinheiro nao é o centro das alegrias; a alegria está nas pequenas coisas :)

Beeeeijo

raai. disse...

na verdade eu nem sou muito fã de compras :~
gosto de usar dinheiro pra sair com meus amigos, viajar e taal, me divertr, comer e beber bem, mas eu só compro o necessário, de verdade ._.

;DDD

aaah sim, preciso engordar ;~
;****

flávia. disse...

ah, eu concordo bastaante com a sua opinião. e me orgulho de dizer que num mundo consumista desse jeito, eu não me importo tanto com marcas ou com o preço da roupa. sinceramente, se ela for bonita, se eu gostar, eu não tou nem aí! e as vezes eu fico indignada com o mundo em que eu vivo, até porque eu tenho muitas amigas que só ligam pra marca e o preço da roupa. é claro que é legal ter roupas de marca e tal, mas isso não faz tanta diferença assim. acho que se todas ou a maioria das minhas roupas fossem caras, eu me sentiria fútil e vazia por dentro.
eu ligo pra moda, mas as minhas roupas não precisam ser caras pra eu estar na moda.
e, realmente, a alegria está nas coisas simples da vida, mas que de tão boas, deixam de ser simples e se tornam extremamente grandiosas.
beeijo

Roberto Sena disse...

confesso que não li o post até o fim, li uma boa parte, mas quanto ao clipe da Vanessa, gostei muito, assim, parabéns pelo layout, pelos textos, por tudo!

www.sampameulugar.wordpress.com

A n i n h a a disse...

Comprar é bom, é muiito bom.
Eu me sinto ótima em ter uma blusinha nova no armário, adooro comprar, mas não chego a ser consumista desvairada, e confesso que não vejo muito sentido nisso.
Sempre ter é uma coisa que deve perder a graça, como tuudo que é demais.

eu vi o clipe
e adooreei, estou ouvindo a música de novo.
A parte do tabuleiro de xadrez é muiito bem feita. Adoreii.

ótimo post, escreveu muito bem :D
beiijos

Bárbara disse...

Nossa que texto mais legal,adorei sua forma de escrever,fez refletir bastante,se bem que nem sou muito consumista,digamos que um tanto normal e no quesito ajudar os outros eu visito um asilo há muitos anos,muito bom,me sinto realizada quando vou lá,o que nenhum dinheiro consegue comprar *-*
Vi o clipe adorei.Muito foofo.Ela começa tocando piano,eu também toco ;)
Obrigada pela força,estava em crise eu acho,hoho.
Beijo;*